sexta-feira, 9 de abril de 2010

Ontem, deitada nos lençóis polares, que hão-de acompanhar os meus sonhos até lá pra Maio, tive um fugaz período de reflexão e foi-me fácil perceber e reconhecer que consigo sentir e transmitir mais um afecto num beijo na testa, e até mesmo na pontinha do nariz, do que num abraço.
Pensei melhor e confirmei esta minha constatação, são poucos os abraços que fazem tremer o meu coração e dar-me arrepios na espinha.

Os meus melhores abraços? Os dele, seguidos de um beijo no pescoço e de um "amo-te" ao ouvido.
Os melhores beijos? Os das minhas "irmãs", seguidos de um "vamos estar sempre juntas".

Embora escassos continuo a preferir os abraços. Sabe-se lá porquê!

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